Em um pautado em branco, coloco letras azuis.Em seus medos descubro, os maiores mistérios nús.
Na imensidão da Antártida pingo com gotas vermelhas e quentes, a minha dor.
Derretendo assim o gelo que a sua falta criou.
Já está frio o seu lugar na mesa.
Espero o seu retorno me fazendo surpresa.
Em uma balança o valor numérico aumenta.
Nenhum analgésico ou controlado minha dor apascenta.
Continuo implodindo em uma velocidade cada vez maior.
Recolha-me!
Oriunda do desejo de a zero se igualar,
apenas desejo voar!
Nanna Barbie
Puxa, Nanna, vc atualizou o blog! Adorei! Estava sentindo falta dos seus textos! Te adoro.
ResponderExcluirObrigada Marcela, tambem estava sentindo falta de escrever. Prometo atualizar o blog. Espero ver vc sempre por aqui, postando. Sua admiração é muito importante para mim. Te amo amiga.
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